Desde a ultima ida a psicologa dpois do questionário, mais uma vez me vejo cheia de contradições, percebi as mesmas perguntas se repetindo...e eu respondendo coisas diferentes. Talvez por querer estar no meio termo ou as vezes por realmente ser uma confusão total. Cmo alguém pode odiar as pessoas, e em alguma parte querer ser humanitária? Querer distancia, mas querer ajudar...pensei pensei e a nenhuma conclusão cheguei.
Será que dentro de mim ainda tem uma esperança em relacão a elas? Será que acredito nas poucas boas pessoas? Na minha vida sempre há excessoes, pessoas que sinto afinidade e que eu ajudaria até o fim, e isso nao digo sobre pobres e mendigos, pq sinceramente n creio q estejam na situaçao q estao por falta d condiçoes, pq estao mal vestidos, pq tem uns trabalhos que nao prezam mt para o jeito que esta se estiver o minimo do minimo apresentavel, e estao saudaveis para o trabalho, dou esmola somente aos que acho incapazes, amputados, velhos... Sei la acho q eh o mais certo, e aos outros claro q n nego comida. Mas dentro do meu ser, talvez pela minha condiçao, pela vivencia e tudo mais creio que o maior mal do seculo eh a falta de base familiar e isso traz consequencia em tudo na formaçao das pessoas, poderia tr mudado a historia de um cara de rua, um drogado, traficante, qlq um, somente tendo força na familia e se ajudando...e cada vez estamos nos afastando do ideal...cada vez coisas assim parecem ser mais utopia.
Coisas sobre minha mente, meu cotidiano...todo o desabafo do meu ser! Único lugar onde posso ser a protagonista de todas as peças da vida!
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Mal do século
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